Na véspera do Dia Mundial da Água, Ney Leprevost alerta sobre importância na preservação e defende gestão inteligente para as cidades evitarem enchentes (Via #EquipeNL)

Amanhã, quinta-feira (22), é comemorado o Dia Mundial da Água e o deputado Ney Leprevost, alerta sobre a preservação da água e sua importância na vida das pessoas e no equilíbrio dos ecossistemas.

“É necessária uma mudança imediata no hábito e costumes, sendo imprescindível conscientizar e mostrar o valor e a importância desse bem valioso”, disse Ney.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, no Brasil, o país da abundância das águas, é cada vez mais frequente e severa a desigualdade da distribuição desse recurso natural e os enormes gargalos no saneamento são barreiras ainda longe de serem transpostas.

O país tem 13% da água superficial doce no mundo, mas 3% da população mundial. A região do Amazonas concentra 81% da disponibilidade hídrica no país, mas pouco povoada. Enquanto isso, o litoral do país, tem 45% da população urbana e 3% da disponibilidade hídrica.

<< Enchentes >>

Ney também ressalta a necessidade de as cidades estarem preparadas para evitar enchentes como as que ocorreram em Curitiba nos dias 03 e 14 de março de 2018.

De acordo com o parlamentar, o desafio principal é encontrar alternativas para evitar a impermeabilização do solo, o assoreamento dos rios (acúmulo de detritos que causa a redução da profundidade e da vazão), limpeza constante dos bueiros e um cronograma de obras que tenha como objetivo a minimização das enchentes.

Como as vias de escoamento da cidade não dão conta de drenar tanta água, Leprevost suspeita que os alagamentos são decorrentes da falta de manutenção e de obras de desassoreamento nos rios e limpeza dos bueiros. Por isto protocolou no Ministério Público pedido de acompanhamento e fiscalização das obras de limpeza, desassoreamento e dragagem dos rios de Curitiba.

Ney também quer saber se a manutenção do sistema de escoamento de águas pluviais foi feita visando a prevenção destas situações, principalmente nas áreas consideradas de risco e se o cronograma de obras da prefeitura está sendo cumprido.

O resultado são ruas alagadas, asfalto destruído, árvores derrubadas, trânsito caótico, rios transbordando, casas destruídas e muita dor para famílias vítimas da falta de planejamento do setor público.

“Não existe fórmula mágica para evitar os alagamentos, mas com gestão inteligente algumas mudanças na estrutura dos grandes centros urbanos podem minimizar o efeito do excesso de água”, disse Ney.

O parlamentar cita algumas soluções viáveis como: a implantação de diversas bacias de retenção ao longo dos principais rios e afluentes com o intuito de segurar a mancha de inundação, desobstrução das bocas de lobo e galerias celulares, a implantação de uma rede telemétrica monitorando o nível dos rios com previsão de impacto de chuvas em tempo real e uma política de realocação de famílias localizadas em áreas de risco.

(Via Assessoria de Imprensa – Pedro Mariucci Neto).

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