Comissão de Saúde se alia ao Pequeno Príncipe na luta por recursos para garantir tratamentos pediátricos

Diretores do Hospital reúnem-se nesta segunda-feira com o presidente Ney Leprevost

A Comissão de Saúde, presidida pelo deputado Ney Leprevost, irá tratar de assuntos importantes na reunião marcada para esta segunda-feira, 15, às 13h30 na sala das comissões da Assembleia Legislativa. Na oportunidade será entregue a prestação de contas da Liga Paranaense de Combate ao Câncer (LPCC), responsável pelo Hospital Erasto Gaertner (HEG). Posteriormente, a diretoria do Hospital Pequeno Príncipe irá apresentar a realidade enfrentada pelo Hospital que é referência no atendimento infantil e que corre o risco de ter que desativar alguns setores se não receber aporte financeiro do Governo do Estado. Também serão entregues por entidades de saúde, que trabalham na recuperação de dependentes químicos, propostas, que serão encaminhadas aos Governos Federal, Estadual e Municipal para combater a epidemia de crack.
Resolvemos recorrer à Comissão de Saúde porque sabemos que o deputado Ney Leprevost levanta a voz para defender os Hospitais do Paraná, afirma Jose Álvaro Carneiro, diretor do Hospital Pequeno Príncipe.
O HEG sempre conseguiu ajuda graças ao trabalho do Ney Leprevost e dos deputados que compõem esta comissão. Nada mais justo do que prestarmos contas a eles do nosso trabalho, diz Mário Bosso, assessor de Relações Institucionais do HEG.
Encontramos na Comissão de Saúde a boa vontade para fazer a integração das comunidades terapêuticas com o poder público. Na nossa luta contra a proliferação do crack é muito importante ter pessoas representativas que ecoem a voz dos que não tem vez, conta José Augusto Soavinski, coordenador nacional de Prevenção Contra as Drogas da Pastoral da Sobriedade.
A Comissão de Saúde não tem um orçamento próprio e nem poder executivo para determinar a resolução dos problemas. Mas, é um instrumento formidável para pressionar as autoridades a resolverem as situações mais complicadas, que muitas vezes não tem a devida atenção. Nós somos a pedra no sapato dos gestores federais, estaduais e municipais da saúde, relata Ney Leprevost.

 

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