FRENTE DA SAÚDE ENTRA NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DA CNBB

O deputado Ney Leprevost (PSD), Líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, oficiou correspondência ao Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom Moacir Vitti, disponibilizando a Frente da Saúde para uma série de ações consoantes com os objetivos da Campanha da Fraternidade de 2012, cujo tema é Fraternidade e Saúde Pública.

Palestras, encontros comunitários, cursos e debates em igrejas, centros comunitários, associações de moradores, empresas e clubes dos bairros poderão contar com apoio da Frente da Saúde.

A Campanha da Fraternidade promovida pela CNBB Confederação Nacional dos Bispos do Brasil este ano visa despertar na comunidade a reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pes­soas na atenção aos enfermos e mobilizar por melhorias no sistema público de saúde.

Para Ney, vivenciar a Campanha da Fraternidade é engajar-se nos debates que a Igreja Católica estará promovendo durante a Quaresma sobre a saúde pública brasileira: exercer a cidadania não é apenas desejar um serviço de saúde pública de qualidade, é também participar, sugerir, fiscalizar e discutir as prioridades locais em suas comunidades e nos conselhos de saúde, ressalta Ney.

O Papa Bento XVI enviou mensagem à CNBB onde deseja que a Campanha da Fraternidade 2012 inspire no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade, uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença.

Algumas atitudes podem facilmente ser tomadas por quem deseja participar ativamente da Campanha da Fraternidade:- Disseminar o conceito de bem viver e sensibilizar para a prá­tica de hábitos de vida saudável;- Sensibilizar as pessoas para o serviço aos enfermos, o supri­mento de suas necessidades e a integração na comunidade; – Alertar para a importância da organização da pastoral da Saúde nas comunidades: criar onde não existe, fortalecer onde está incipiente e dinamizá-la onde ela já existe;- Difundir dados sobre a realidade da saúde no Brasil e seus desafios, como sua estreita relação com os aspectos socio­culturais de nossa sociedade;- Despertar nas comunidades a discussão sobre a realidade da saúde pública, visando à defesa do SUS e a reivindicação do seu justo financiamento;- Qualificar a comunidade para acompanhar as ações da gestão pública e exigir a aplicação dos recursos públicos com transparência, especialmente na saúde.  

As famílias e os cidadãos também podem colaborar na difusão da saúde através de inúmeras atitudes elencadas:

a) Incentivar o cuidado pleno aos extremos de vida (criança e idosos), buscando um atendimento digno, humano e com qualidade nos serviços de saúde, nos três níveis de governo;

b) Garantir que a prevenção avance para além da informação. É necessário visar não só o bem estar individual, mas também o familiar e o de todos, através de ações educativas abrangentes;

c) Buscar a sensibilização e a mobilização dos familiares e amigos quanto às ações básicas de prevenção e promoção da saúde, como manter o cartão de vacinas atualizado;

d) Estimular a adoção e manutenção de padrões e estilos de vida saudáveis, e, a abolição de hábitos inadequados de vida, até reeducação alimentar e incentivo a atividade física regular;

e) Estimular o uso de forma consciente, organizada e cuidadosa dos serviços de saúde, visando a otimização de recursos públicos;

f) Estimular a disseminação do conceito de que a prevenção ao uso de drogas é de responsabilidade de todos, ou seja, pais, professores, empresários, líderes comunitários, sindicatos, igrejas e autoridades;

g) Incentivar e difundir programas de coleta seletiva e de reciclagem, no suporte a projetos de pesquisa na área ambiental e no estímulo a práticas sustentáveis, divulgadas em empresas, escolas e comunidades.   

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