LEPREVOST SUGERE POSTO DE VACINAÇÃO DA FEBRE AMARELA NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE CURITIBA

O deputado Ney Leprevost, líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, está sugerindo ao Governo do Estado, a implantação, no Aeroporto Internacional de Curitiba, de um posto de que emita carteira de vacinação para pessoas que viajam para áreas de risco de transmissão de febre amarela.
De acordo com o deputado, justifica-se o pedido considerando a exigência das autoridades de saúde epidemiológica da apresentação da carteira de vacinação para pessoas que tem como destino áreas que apresentam risco de transmissão de febre amarela, e a dificuldade logística para a emissão do documento, com validade internacional. 
No Brasil, a febre amarela pode ser adquirida em áreas silvestres e rurais de regiões como Norte e Centro-Oeste, além de parte do Sudeste, Nordeste e Sul. Ou seja, o indivíduo entra em regiões onde exista o mosquito Haemagogus janthinomys e, consequentemente, sofre a possibilidade de ser picado por algum desses mosquitos já afetado pelo vírus, que possivelmente fora contraído pela picada em um ser já portador, como um bugio ou outros tipos de macacos, e, em seguida, o mosquito pica a pessoa que ainda não teve a doença nem foi vacinado e, portanto, não adquiriu defesas para combater o vírus. Nas cidades o vetor da febre amarela é o Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. Desde 1942 a febre amarela é considerada erradicada em áreas urbanas do Brasil, para que a situação se mantenha assim é fundamental o controle deste mosquito e a vacinação das pessoas que vivem em áreas endêmicas.

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