NEY LEPREVOST CONSEGUE R$ 1 MILHÃO DO GOVERNO PARA TRATAMENTO INÉDITO EM HOSPITAL INFANTIL

O deputado Ney Leprevost (PSD), que desde maio vinha intercedendo junto ao Governo do Paraná para que fossem repassados ao Hospital Pequeno Príncipe R$ 1 milhão para custear a pesquisa para recuperar lesões na coluna cervical, conduzida pela Dra. Katherine Carvalho, recebeu da própria médica pesquisadora o comunicado sobre o depósito da verba, além do seu agradecimento .

O deputado Ney Leprevost nos deu atenção e crédito ao projeto, bem como intercedeu pessoalmente várias vezes para que o Hospital Pequeno Príncipe recebesse este dinheiro, declarou a Dra. Katherine.

A equipe agora está empenhada em levantar mais 3 milhões para custear os exames, insumos e os tratamentos de condicionamento físico necessários para recuperar lesões na coluna.

Agradeço ao governador do Paraná, Beto Richa, ao secretário da Fazenda, Luis Carlos Hauly e ao secretário de Ciência e Tecnologia, Alípio Leal, por atenderem a essa importante reivindicação que apresentamos a pedido do hospital infantil Pequeno Príncipe, e convido a iniciativa privada a se interessar pela causa, afirmou Ney.

TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO – O tratamento que está sendo pesquisado em ratos recupera lesões graves da coluna cervical através de auto-transplante de células-tronco retiradas da medula óssea do próprio paciente, associado a extenso trabalho de condicionamento físico na água e fisioterapia, diariamente por 12 meses.

A Doutora Katherine Carvalho, PhD em neurologia e pediatria que comanda o estudo no Instituto Pelé Pequeno Príncipe, é pesquisadora do uso das células-tronco desde 1986 e dá os detalhes deste trabalho que já está recebendo reconhecimento internacional de publicações científicas pelos resultados promissores apresentados (dois terços dos ratos voltaram a andar depois de submetidos ao tratamento).

Com apenas 48 horas de internação e três coletas de sangue da medula óssea, o procedimento inicial do tratamento é muito simples, mas tem que ser complementado pelo condicionamento físico e pela fisioterapia para que o paciente volte a ter os movimentos das pernas e possa controlá-las, além de ter melhoras consideráveis no controle dos esfíncteres vesicais e até mesmo em sua vida sexual, explica a Dra. Katherine.

Cerca de 25 pacientes já se apresentaram espontaneamente para submeterem-se ao novo tratamento, confiando em recuperar os movimentos de suas pernas, embora seja indispensável uma avaliação prévia para saber a viabilidade e adequação de cada caso.

 

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