NOS 60 ANOS DA REDE DE COMBATE AO CÂNCER, NEY LEPREVOST COBRA MAMOGRAFIAS DO GOVERNO FEDERAL

Ao lembrar os 60 anos de  fundação da Rede Feminina de Combate ao Câncer que será comemorado no próximo dia 18, o deputado Ney Leprevost, Líder da Frente Estadual da  Saúde e Cidadania, informou que continua lutando  por meio de projetos e outras ações em defesa  do melhor atendimento e prevenção ao  câncer.  Entre elas,   lembrou sua proposição para  que seja revista a decisão do Ministério da Saúde que  tira o direito de  mulheres com até 49 anos  de detectar precocemente o câncer de mama através de exame radiológico anual.

 

Recentemente Leprevost denunciou o Governo Federal junto à Procuradoria Geral da República em razão da Portaria 1.253 impedir o exame de mama. A medida  restringe o repasse de verbas da União aos municípios a mamografias em pacientes na faixa etária de 50 a 69 anos. Além disso, a Portaria nº 1.253 do Ministério da Saúde se refere um procedimento condenável pelos médicos: a meia mamografia, denominada mamografia unilateral, isto é, exame em apenas uma das mamas., enfatizou Leprevost.

 

60 ANOS A REDE FEMININA

 

Ao comentar   a comemoração dos 60 anos de fundação da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Ney Leprevost disse reconhecer o árduo, mas gratificante trabalho desenvolvido pelas voluntárias, que levam esperança e carinho aos pacientes e seus familiares. Sua dedicação, humanismo e afeto fazem toda a diferença durante o tratamento do câncer.

 

A Rede Feminina de Combate ao Câncer foi fundada no dia 18 de março de 1954, tendo como presidente Anita Gaertner. No início, o objetivo principal da RFCC era angariar recursos para a construção de um abrigo que atenderia pessoas carentes. O sucesso das primeiras campanhas realizadas fez com a fundação desenvolvesse um plano mais audacioso que previa que os pacientes acometidos de câncer tivessem assistência especializada durante o tratamento. Com isso, iniciou-se a construção do Hospital Erasto Gaertner, hoje referência no país no tratamento de câncer e onde foi instalada a sede da RFCC, em Curitiba. Atualmente, existem redes femininas regionais em diversos municípios do Paraná. 

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