Santa Felicidade deve se preparar para a Copa do Mundo de 2014

 Os trabalhos precisam começar já para que tudo esteja no eixo em 2014, quando o Paraná deve recepcionar uma das chaves da Copa do Mundo de Futebol. Os setores que recebem demanda direta, como hotelaria, comércio e entretenimento já estão buscando especializar e profissionalizar a mão-de-obra, que precisa estar a altura do padrão internacional de atendimento.  E, quando a matéria é turismo, Santa Felicidade dá aula.

 Para o deputado Ney Leprevost, o bairro deve ser um dos mais requisitados na época da realização do evento esportivo. Santa Felicidade tem uma estrutura notável no que se diz respeito ao atendimento de turistas, gastronomia e resgate cultural da colonização italiana, afirma Ney.

Como membro da Comissão de Acompanhamento da Copa e ex-secretário de Esporte e Turismo, Ney chama atenção para a importância dos municípios se prepararem para receber a Copa em 2014, aproveitando a oportunidade em que o mundo todo estará prestando atenção no Brasil para dar visibilidade ao potencial turístico do Paraná.

Já 2000, quando Leprevost foi secretário de Esporte e Turismo do Paraná, ele lutava para que o Paraná fosse sede de uma das chaves da Copa do Mundo. Sempre tive a certeza de que o Paraná corresponde a todos os requisitos necessários para fazer uma recepção a altura do evento, diz.

Defesa do patrimônio Cultural de Santa Felicidade

Em 96, quando Ney era vereador, atendeu a reivindicação da Associação do Comércio e Indústria de Santa Felicidade (ACISF), e solicitou à Prefeitura a criação de incentivos para instalação de espaços culturais, como teatros e cinemas, que relembrem em sua arquitetura, traços da antiga Itália, naquele bairro turístico.

Ney Leprevost encabeçou, ao lado da CARSF (Coordenação de Apoio a Regional de Santa Felicidade), o movimento pela revitalização da Rua Yoaldo Túlio. Depois, foi autor do projeto que criou em Curitiba a Semana da Colônia Italiana. Leprevost também propôs que a Prefeitura construísse um marco (monumento) italiano na rotatória que divide a Avenida Manoel Ribas e a Via Vêneto. Outra proposta defendida por ele, a pedido dos comerciantes e moradores de Santa Felicidade, foi a revitalização ambiental e histórica da Avenida Nicolau José Gravina (Caminho Santa Felicidade Parque Barigüi), transformando-a na primeira Avenida Ecológica de Curitiba. O sucesso do turismo em Santa Felicidade é a garantia de mais empregos e renda para centenas e centenas de cidadãos curitibanos, analisava Ney Leprevost.

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