Ney propõe projeto estabelecendo normas de proteção à vida dos motoboys

Só em Curitiba, 3 mil já sofreram acidentes em 2010

O deputado Ney Leprevost criou o projeto de lei que estabelece normas de proteção à vida dos motociclistas comerciais.
Os números de acidentes com motoboys, nos primeiros meses de 2010, totalizaram mais de três mil.
Com o aumento de carros e motos na cidade de Curitiba, o trânsito está cada vez mais caótico. A disputa por um espaço nas ruas, entre automóveis e motocicletas, é diária.
Entre os mais de 100 mil motoboys que existem em Curitiba, é raro encontrar algum que nunca sofreu acidente, ou não tem alguma cicatriz proveniente de queda de moto.  
Sempre preocupado com a saúde dos paranaenses, Ney protocolou projeto que obriga o uso de equipamentos de segurança para as pessoas que utilizam motocicletas para uso comercial.

Projeto de Lei
 Fica estabelecida a obrigatoriedade do uso de capacete que envolva toda a cabeça do motociclista comercial, e do eventual carona, estando vetados os capacetes tipo coquinho e outros modelos não total¬mente seguros.
O uso de faixas reflexivas fosforescentes, envolvendo o tórax do motociclista comercial, fica obri¬gado nos municípios com mais de 50 mil habitantes e em todas as estradas (rodovias federais e estaduais), no terri¬tório do Paraná.
As empresas que possuam frotas e/ou pres¬tadores de serviços e as cooperativas de motociclistas deverão promover a manutenção periódica das motoci¬cletas e um seguro de vida pessoal e contra terceiros, para os motociclistas comerciais.
Os municípios que possuam mais de 200 mil habitantes deverão implantar gradativamente, e de acordo com estudos de seus órgãos de trânsito e urba¬nismo locais, linhas exclusivas para motocicletas, em suas ruas principais e vias rápidas.
A regulamentação da presente lei deverá ser efetivada pela autoridade estadual de trânsito, principal¬mente no tocante a fiscalização e eventual punição aos infratores.

 É necessária e urgente, a aprovação de uma legislação protetora da categoria, que assegure um mínimo de condições para que desempenhem suas ativi¬dades, sem correr risco de morte, conta Ney Leprevost.

 

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