NO ENCONTRO COM OS LÍDERES METROPOLITANOS LEPREVOST DEFENDE CRUZADA PELA SAÚDE

No Encontro de Líderes Metropolitanos que reuniu mais de 600 pessoas na Assembléia Legislativa, nesta quarta-feira, o deputado Ney Leprevost,líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania lançou uma cruzada em defesa da vacinação contra a gripe Influenza A- H1N1 e também para que seja aprovado a emenda SUS +10, que determina que 10% da arrecadação da União deve ser investida obrigatoriamente na saúde pública.

Ao citar a emenda SUS+10, Leprevost lembrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é a maior rede pública de saúde do mundo e ao instituí-lo, a Constituição de 1988 determinou que cada brasileiro teria todas as suas necessidades de saúde atendidas gratuitamente – de uma mera aspirina a um complexo transplante de coração.

E prossegue Leprevost: Para garantir os recursos do SUS, a Constituição recebeu uma emenda fixando o mínimo que cada esfera do poder público deveria aplicar. A União precisaria investir em saúde 10% os Estados, 12% de seus impostos e as prefeituras, 15%.Mas o governo federal de um jeito de escapar da sua obrigação , investindo menos de 6%
Leprevost pediu também o mesmo procedimento de pressão à bancada paranaense em Brasília, fornecimento gratuito da vacina contra a gripe Influenza A- H1N1 a todas as pessoas residentes no Paraná que assim desejarem, independente de integrarem ou não o grupo de risco.

Ao lembrar  que já havia denunciado as 61 mortes no Paraná, no ano passado, devido negligência do Ministério da Saúde, Leprevost disse que a situação está ficando a cada dia mais grave com a informação de que postos privados estão com dificuldade para conseguir o produto e o custo para o consumidor subiu até 70% desde 2009. Ou seja, mesmo pagando, a população está com dificuldades de fazer a vacina, disse o deputado.

Salienta o deputado que especificamente no caso do Paraná, a União desconsidera as peculiaridades climáticas de nossa região, cujo inverno é dos mais frios do país, o que favorece a disseminação da Gripe Influenza A – H1N1 entre os paranaenses mais do que nas outras regiões do Brasil.

E prossegue: Daí o erro de se fixar critério uniformes para todo país, em lugar de se ajustar a campanha às características climáticas de cada região. 
Numa primeira etapa deveriam ser vacinadas todas as crianças em período escolar e professores também.Depois a vacinação seria estendida para todos,enfatizou o deputado.

Diz Leprevost que diante disso a importância das lideranças metropolitanas cobrar das autoridades federais, principalmente do Ministério da Saúde e da bancada política paranaense, para que nossas reivindicações sejam atendidas.

 

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