NEY LUTA POR MAIS ATENÇÃO DAS AUTORIDADES AOS PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL

Com a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça, da Assembléia Legislativa do Paraná, do projeto de lei de sua autoria, que institui o Dia Estadual da Saúde Mental, a ser realizado anualmente no dia 9 de outubro,o deputado Ney Leprevost,  salienta que este assunto precisa  de  maior atenção das autoridades.
Segundo Ney Leprevost, que é Lider da Frente Estadual da Saúde e Cidadania precisamos com urgência evidar esforços sobre o novo paradigma emergente da Saúde Mental, que dá enfoque à abordagem comunitária, ao atendimento multidisciplinar, à reabilitação, à ressocialização do indivíduo e ao apoio dos familiares no cuidado.
Segundo recentes levantamentos, grande parte das pessoas sofrem de perturbações mentais, ou neurológicas, ou de problemas psicossociais, como ansiedade, depressão uso abusivo de álcool ou drogas. A grande maioria sofre silenciosamente com sua doença e também com a exclusão social que a mesma provoca, enfatiza Leprevost. 
E salienta: Daí ser necessária a implementação de serviços de prevenção, diagnóstico, tratamento e reintegração do portador de transtorno mental; a desmistificação da doença mental; o desenvolvimento de ações preponderantemente extra-hospitalares e internações psiquiátricas através de unidades de saúde e serviços de emergência especializados. Se essas já existirem em forma de lei, precisam então ser colocadas em prática. 
IMPORTÂNCIA DA FAMILIA 
Mais adiante Ney enfatiza que quando a família acompanha o portador de transtorno mental durante o tratamento, o tempo de internação é menor, quando comparado ao daqueles que não recebem apoio da família, pois estes sofrem de carências sociais e afetivas e muitas vezes não possuem condições socioeconômicas para viver, e com isto permanecem mais tempo no hospital. O apoio, carinho e afeto da família servem como forma terapêutica para o paciente portador de transtorno mental..
Ney Leprevost cita que as doenças e transtornos mentais afetam mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a mesma fonte entre 75% e 85% das pessoas que sofrem desses males não têm acesso a tratamento adequado.

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