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Conselho Regional de Medicina do Paraná defende ampliação da oferta de Tamiflu

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Presidente da Comissão de Saúde apóia proposta dos médicos

Na última terça-feira (04), o Conselho Regional de Medicina do Paraná, em conjunto com a Associação Médica do Paraná e as Sociedades Paranaenses de Infectologia, Pediatria e Tisiologia e Doenças Torácicas esteve reunido, com o secretário de Estado da Saúde, Gilberto Martin. O objetivo do encontro foi propor que o medicamento Tamiflu, usado no tratamento de pacientes com suspeita de contaminação pelo vírus da Influenza A (H1N1), seja oferecido aos que apresentarem sintomas e diagnóstico clínico confirmados de gripe.

No entanto, após a visita do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao Paraná, o secretário estadual acabou recuando em sua decisão e mantendo a posição de ministrar o Tamiflu apenas aos pacientes que compõe o quadro de risco padrão (pessoas com mais de 65 anos, crianças com menos de cinco anos, pessoas com problemas crônicos de saúde, gestantes, casos que apresentem a Doença Respiratória Aguda Grave e profissionais de saúde que venham a apresentar um quadro de síndrome gripal). Entretanto, de acordo com as entidades médicas, a maior parte dos quadros graves de gripe tem ocorrido na população adulta jovem. Muitas vezes, após um quadro clínico inicial favorável, evolui para insuficiência respiratória e, na seqüência, o paciente já necessita de respiração assistida, informa o presidente do CRMPR, Miguel Ibraim Abboud Hanna Sobrinho. Nesta fase, o uso da medicação antiviral não tem resposta satisfatória, ou seja, não tem a mesma ação de quando ministrada em até 48 horas do início do quadro, completa.

Por estes motivos, os representantes das entidades médicas enviaram solicitação à SESA requerendo o fornecimento da medicação específica em todo o quadro sugestivo de síndrome gripal, independente dos critérios de protocolo. Esta medida urgente certamente minimizará os efeitos nefastos que a doença pode vir a causar em nosso Estado e assegurará atendimento adequado à população exposta ao vírus, a fim de diminuir a morbi-mortalidade, declara o presidente do CRMPR.

O presidente da Comissão Permanente de Saúde da Assembléia Legislativa, deputado Ney Leprevost, apóia a posição do Conselho Regional de Medicina do Paraná quanto à administração do Tamiflu. A saúde da população é um dever do Estado assegurado pela Constituição Federal. No entanto, se o paciente procura um medico de sua confiança e este atende no setor particular, o mesmo está apto a fazer um diagnóstico e a receitar o medicamento caso necessário. É preciso a flexibilização urgente da oferta de Tamiflu, afirma Ney.

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