No Dia Internacional de Não Violência Contra a Mulher, Secretaria de Justiça, Família e Trabalho promove evento A Virada Feminina no Paraná

Diversas entidades da sociedade civil e várias secretarias do governo Carlos Massa Ratinho Junior, estiveram reunidas hoje pela manhã em frente ao Palácio das Araucárias uma manifestação para celebrar o Dia Internacional de Não Violência Contra a Mulher. O evento, batizado de A Virada Feminina, foi coordenado pelo Departamento da Mulher da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Paraná (Sejuf) e contou com a presença de Selene Almeida, presidente estadual da Virada Feminina e Cidinha Raiz, psicóloga/terapeuta, coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) Raça e Etnia, que busca reduzir as desigualdades sociais, e embaixadora da Paz do Universal Peace Federation (UPF).

Ney Leprevost, secretário de Justiça, Família e Trabalho do Paraná, reforça o posicionamento da Secretaria em coibir qualquer ato de violência. “A Virada Feminina é um ato simbólico de enfrentamento contra a violência doméstica, feminicídio, como também de inclusão da mulher mais vulnerável na sociedade”.

E complementa: “Nos últimos anos, as mulheres quebraram paradigmas, ganharam espaço na sociedade, no mercado de trabalho, na política e estão deixando a desigualdade para trás. Mas ainda há muitos obstáculos a serem superados. O que a Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Paraná espera, ao organizar este evento, é dar voz às mulheres para que encontrem caminhos para seguir avançando em busca da igualdade. A Virada é o olhar e a voz feminina sobre os atuais desafios da humanidade: educação, política, economia, empreendedorismo, segurança, meio ambiente, cultura, saúde, arte”.

Mara Sperandio, chefe do Departamento da Mulher da Sejuf, foi quem abriu o encontro ressaltando o compromisso da Secretaria de Justiça, Família e Justiça do Paraná nas ações de prevenção e combate à violência contra a mulher. “Neste movimento A Virada Feminina, nós da Sejuf estamos apoiando todas as ações em favor da mulher. Faremos ainda um trabalho de panfletagem e eventos nos municípios com o Ônibus Lilás. Em todo o Brasil diversas ações acontecerão até 10 de dezembro. Em Curitiba, eventos estão sendo realizados também pela Assembleia Legislativa do Paraná, Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça, pelo Ministério Público, Defensoria, e outras instituições”, destacou Mara Sperandio.

A presidente da Virada Feminina no Paraná, Selene Almeida, comentou que “nosso trabalho é voltado para conscientização da sociedade pela não violência contra a mulher e também contra o feminicidio”.

A psicóloga/terapeuta Cidinha Raiz, que chegou de São Paulo especialmente para participar do evento no Paraná, falou que a Virada Feminina é uma ação efetiva que proporciona visibilidade. “Eu coordeno o GT Raças e Etnias porque nós negros estamos em desvantagem em relação às outras raças e etnias. Quando fui convidada para coordenar este GT era visando reduzir um pouco as desigualdades. O meu testemunho de vida reflete isso. Sou uma mulher negra, filha de uma lavadeira que assim como meus pais eram analfabetos. Entretanto, tive a oportunidade de estudar, de fazer faculdade e chegar ao Conselho da Fiesp.

E complementou: “O Brasil só será uma nação no momento em que entendermos que somos um pelo outro, independente de sua cor de pele, independente de sua posição social. A dignidade humana passa pelos tratamentos com equidade, ou seja, dar tratamento diferenciado para os diferentes. Esta é a minha missão”.

A Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Paraná alerta que para denunciar atos de violência contra a Mulher basta ligar nos telefones 100, 180 ou 181. Em caso de flagrante ou que a situação de violência esteja ocorrendo naquele momento, telefone para o número 190.

(Via assessoria de imprensa – Josias Lacour).

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