A assessoria parlamentar do deputado Ney Leprevost fez um balanço positivo de seu 1º ano na Assembléia Legislativa. Foram apresentados por Leprevost 47 projetos de lei; 38 projetos de indicação de obras em municípios; 61 requerimentos, a maioria direcionados ao Governo do Estado; e 1208 ofícios tratando dos mais diversos pleitos da comunidade.
Outro aspecto positivo segundo a assessoria do parlamentar foi a condução dinâmica e imparcial dada por ele a Comissão de Saúde. Foram os deputados desta comissão que tensionaram o Governo, unidos com a sociedade e a imprensa, para normalizar o fornecimento de remédios excepcionais para as pessoas carentes. Outra conquista importante da comissão, e inédita na Assembléia Legislativa, foi a aprovação de 9 milhões em emendas coletivas para ajudar os hospitais da capital que atendem a população de todo do Paraná.
Outra posição de Leprevost que mereceu destaque ao longo do ano foi a defesa veemente da independência do Ministério Público, durante os ataques desferidos pelo governador a instituição.
Ney Leprevost também foi um dos primeiros parlamentares a aderir ao movimento contra o tarifaço do governo do Estado, fazendo com que o governador viesse a retirar as propostas de aumento de impostos.
O parlamentar conseguiu gerar uma polêmica nacional ao aprovar um requerimento tornando o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, persona non grata no Estado do Paraná. Chávez era apontado por muitos correligionários do governador Requião como um modelo político a ser seguido. Leprevost desmistificou Chávez no Paraná, muito antes da mídia nacional começar a mostrar as tendências ditatoriais do presidente venezuelano e antes dos estudantes tomarem as ruas de Caracas acusando-o de fascismo.
Aos 34 anos de idade, Leprevost acredita que ainda tem muito que aprender: Esse foi o meu primeiro ano de Assembléia. Aqui a cada dia a gente aprende algo novo. Acredito que com a experiência que estamos adquirindo, no ano que vem conseguiremos realizar um trabalho ainda mais produtivo, afirma.



